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QUEM SOMOS

Somos uma consultoria de idiomas que atua no mercado há mais de 15 anos. Oferecemos um serviço de qualidade e abrangente desde aulas de Inglês, Espanhol, Francês e Português para Estrangeiros até eventos como imersão e “happy-hour”, intercâmbio nos Estados Unidos e Inglaterra, tradução, acompanhamento de estrangeiros, etc.

O FUNDAMENTAL É O PROFESSOR

Não se influencie pelo nome da escola, mas sim pelo currículo do instrutor. Não é a cor da camiseta que faz o bom jogador. O fato de escolas em diferentes cidades operarem sob o mesmo nome e usarem o mesmo livro não significa que sejam iguais, muito menos que os professores sejam todos bons. O fundamental é o professor, não o nome da escola nem os materiais de ensino usados. Linguagem é comportamento humano, e habilidade sobre uma língua depende de prática no convívio e no contato pessoal com pessoas que falam esta língua com naturalidade e desenvoltura. Plano didático, regras gramaticais, livros, CDs ou DVDs, podem constituir-se num complemento interessante, mas pouco ajudam a desenvolver a habilidade funcional de que você necessita. O fundamental é o professor.

O QUE É UM BOM INSTRUTOR?

Quando pensamos em aprender um outro idioma, na grande maioria dos casos isso se refere a desenvolver habilidade funcional no idioma; não necessariamente adquirir conhecimento sobre sua estrutura gramatical, nem estocar frases-modelo decoradas. Portanto, quando falamos de professor ou de instrutor de línguas, na verdade estamos nos referindo a uma pessoa que saiba funcionar como um agente facilitador desta língua e desta cultura que desejamos assimilar e que, consciente do que necessitamos, saiba nos transmitir essa habilidade. Alguns aspectos definem a qualificação de um instrutor, os quais se complementam e devem ocorrer simultaneamente. Por exemplo:

• Competência na língua e na cultura: Um bom instrutor de língua estrangeira não precisa ser um falante nativo. A primeira e fundamental condição é que fale muito bem o idioma, com fluência e naturalidade, e que tenha plena familiaridade com a cultura estrangeira.

• Qualificação acadêmica: É indispensável que o instrutor tenha clara consciência dos conceitos de aprendizagem e aquisição de língua e desejável também que tenha conhecimentos de psicologia educacional, lingüística comparada, diferentes métodos de ensino de línguas, fonologia, e alguma experiência como instrutor.

AVALIANDO O NOVO ALUNO

Para detectar o nível do novo aluno geralmente se aplica um teste escrito e em alguns casos um teste de audição. Essa prática gera problemas, pois a habilidade escrita e a habilidade auditiva são diferentes da habilidade oral. Geralmente um aluno classificado como, por exemplo, “Intermediário” em uma prova escrita, pode ser “básico I” em uma avaliação oral. Esses “erros” de avaliação acabam por colocar alunos de níveis diferentes na mesma turma, gerando desconforto no melhor dos casos, e muitas vezes geram traumas e bloqueios no aluno que é básico e está em uma turma de intermediários. O aluno pode pensar que não sabe, que nunca vai aprender e o pior, que a culpa é dele, quando na verdade ele foi mal avaliado. Para evitarmos esse tipo de transtorno, cada aluno passa por uma entrevista para ser avaliado. Essa entrevista dura 20 minutos e é vital, pois assim o aluno tem o conforto de estar, desde o início, em uma turma propriada.

 

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